Quero dizer-lhes como é bela a visão panorâmica.
Tem-se uma análise das contrariedades e das vaidades únicas e irrefutáveis, dos outros e de nós mesmos.
Sois máquinas! Sou máquina!
Mas aí a roda gira, e vemos que na verdade não sois máquinas. E nem sou máquina.
Percebes como a dualidade nos afeta? Percebes qual caminho é o certo, se é que existe um?
Correr riscos. É importante, para se chegar aonde se quer chegar. Mas que lugar é este, que nunca chega? Será uma utopia vã e ilusória, ou uma realidade interna que conflita-se com a externa?
Devaneios sempre são bons, principalmente quando se quer descarregar o que tens em mente, toda a baboseira acumulada ao longo da semana, e que de nada serve, mas que em algum lugar tem um significado, por mínimo que seja.
Já paraste para te observares? Ver como reages às situações corriqueiras?
Vou começar a fazer isto. Mudanças comportamentais são imprescindíveis, e inevitáveis.
Queres saber o que há na jaula do leão? Tente sentir. Se não conseguir sentir, entre na jaula sem medo, enfrente o leão. Descobrirá que lá habita um animal aprisionado, louco por liberdade, por rolar na terra, se sujar, brincar como uma criança sapeca.
Devaneios, devaneios, devaneios. Onde me levarão? Ou então, onde eu os levarei?
Boa pergunta.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
ADG02
Oh Sun Tzu, Mestre sapientíssimo das artimanhas de guerra, quais palavras sábias tens a nos oferecer?
"Não podemos participar de alianças até estarmos a par dos objetivos dos nossos vizinhos. Não estaremos prontos a comandar um exército em marcha, a menos que estejamos familiarizados com a topografia do terreno: suas montanhas e florestas, seus perigos ocultos e precipícios, seus brejos e pântanos.
Seremos incapazes de tirar vantagem de acidentes naturais, a menos que usemos guias locais.
Na guerra, pratique a dissimulação e terá sucesso. Mova-se apenas se houver uma vantagem real a ser obtida. Concentrar ou separar suas tropas é coisa a ser decidida pelas circunstâncias. Deixe que a sua rapidez seja a do vento; sua solidez a da floresta. Ao atacar e saquear, seja como o fogo; na imobilidade, seja como uma montanha.
Deixe seus planos ficarem secretos e impenetráveis como a noite e, quando atacar, caia como um relâmpago. Quando saquear uma região, deixe o produto ser dividido entre seus soldados; quando capturar um novo território, divida-o em lotes em benefício da soldadesca.
Pondere e delibere antes de fazer um movimento. Vencerá quem tiver aprendido o artifício do desvio. Essa é a arte de manobrar.
Pois como diz o velho Livro de Administração do Exército: no campo de batalha, a palavra falada não vai muito longe; daí a instituição de gongos e tambores. Também os objetos comuns não podem ser vistos claramente; daí as bandeiras e flâmulas. Gongos e tambores, bandeiras e flâmulas são meios que permitem aos ouvidos e olhos da tropa se fixarem num determinado ponto. A tropa, assim, formando um corpo unido, impede os bravos de avançarem sozinhos ou os covardes de se retirarem sós."
Sem mais palavras, estou boquiaberto.
:0
"Não podemos participar de alianças até estarmos a par dos objetivos dos nossos vizinhos. Não estaremos prontos a comandar um exército em marcha, a menos que estejamos familiarizados com a topografia do terreno: suas montanhas e florestas, seus perigos ocultos e precipícios, seus brejos e pântanos.
Seremos incapazes de tirar vantagem de acidentes naturais, a menos que usemos guias locais.
Na guerra, pratique a dissimulação e terá sucesso. Mova-se apenas se houver uma vantagem real a ser obtida. Concentrar ou separar suas tropas é coisa a ser decidida pelas circunstâncias. Deixe que a sua rapidez seja a do vento; sua solidez a da floresta. Ao atacar e saquear, seja como o fogo; na imobilidade, seja como uma montanha.
Deixe seus planos ficarem secretos e impenetráveis como a noite e, quando atacar, caia como um relâmpago. Quando saquear uma região, deixe o produto ser dividido entre seus soldados; quando capturar um novo território, divida-o em lotes em benefício da soldadesca.
Pondere e delibere antes de fazer um movimento. Vencerá quem tiver aprendido o artifício do desvio. Essa é a arte de manobrar.
Pois como diz o velho Livro de Administração do Exército: no campo de batalha, a palavra falada não vai muito longe; daí a instituição de gongos e tambores. Também os objetos comuns não podem ser vistos claramente; daí as bandeiras e flâmulas. Gongos e tambores, bandeiras e flâmulas são meios que permitem aos ouvidos e olhos da tropa se fixarem num determinado ponto. A tropa, assim, formando um corpo unido, impede os bravos de avançarem sozinhos ou os covardes de se retirarem sós."
Sem mais palavras, estou boquiaberto.
:0
terça-feira, 21 de agosto de 2007
BLNC1
Como previsto, grupos se formariam, extinguindo um grupo hegemônico já existente.
De um lado, OHP. De outro, PSS!.
Ah! Como é lindo ver os humanos se mexendo, essas coisinhas fofoletes desajustarem as engrenagens.
Tudo estava na mais perfeita ordem, e de repente, puf! Opz...sumiu!
Como não podia deixar de ser, estou maravilhado com o rumo das engrenagens.
Algumas são solitárias, tadinhas. Outras são formadas por máfias. E outras apenas são.
Mas as engrenagens dependem umas das outras. Ixi. E agora? Se uma girar pra um lado, e a outra girar pro outro, a máquina deixa de funcionar. OH MY GOD!
Não sois máquinas, sois humanos, imbecis!
Se me utilizo de um tom duro e firme é porque sinto vontade, e nada me impede de usar minha vontade quando eu bem entender.
Agora uma coisa me intriga. Como vai funcionar a balança nessa situação inusitada, porém expectativada?
A única pessoa que pode regular a balança sou eu, ninguém mais. Sim, egocentrismo. Megalomania.
Fiquem de olhinhos bem abertos a todos os movimentos das engrenagens. A alma do negócio é você, não se esqueça nunca disso!
Você pode tanto botar a máquina para funcionar quanto pará-la. E este parar pode ser sem querer.
Na verdade, eu estava doido pra vir aqui postar alguma coisa, mas nada de relevante acontecia.
Os torneios começaram.
Cuidem de suas cabeças pensantes, amiguinhos. Não deixe que ninguém se apodere de você.
Fuja, se for preciso, não é vergonha nenhuma. É apenas estratégia.
A balança está tentando encontrar a melhor maneira de se equilibrar, de manter a máquina funcionando. Não estou solitário nesta missão. Sei que muitos estão se mexendo para equilibrar as forças.
Vou consultar Sun Tzu e amanhã volto com novidades. Se eu não estiver no cárcere.
De um lado, OHP. De outro, PSS!.
Ah! Como é lindo ver os humanos se mexendo, essas coisinhas fofoletes desajustarem as engrenagens.
Tudo estava na mais perfeita ordem, e de repente, puf! Opz...sumiu!
Como não podia deixar de ser, estou maravilhado com o rumo das engrenagens.
Algumas são solitárias, tadinhas. Outras são formadas por máfias. E outras apenas são.
Mas as engrenagens dependem umas das outras. Ixi. E agora? Se uma girar pra um lado, e a outra girar pro outro, a máquina deixa de funcionar. OH MY GOD!
Não sois máquinas, sois humanos, imbecis!
Se me utilizo de um tom duro e firme é porque sinto vontade, e nada me impede de usar minha vontade quando eu bem entender.
Agora uma coisa me intriga. Como vai funcionar a balança nessa situação inusitada, porém expectativada?
A única pessoa que pode regular a balança sou eu, ninguém mais. Sim, egocentrismo. Megalomania.
Fiquem de olhinhos bem abertos a todos os movimentos das engrenagens. A alma do negócio é você, não se esqueça nunca disso!
Você pode tanto botar a máquina para funcionar quanto pará-la. E este parar pode ser sem querer.
Na verdade, eu estava doido pra vir aqui postar alguma coisa, mas nada de relevante acontecia.
Os torneios começaram.
Cuidem de suas cabeças pensantes, amiguinhos. Não deixe que ninguém se apodere de você.
Fuja, se for preciso, não é vergonha nenhuma. É apenas estratégia.
A balança está tentando encontrar a melhor maneira de se equilibrar, de manter a máquina funcionando. Não estou solitário nesta missão. Sei que muitos estão se mexendo para equilibrar as forças.
Vou consultar Sun Tzu e amanhã volto com novidades. Se eu não estiver no cárcere.
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